domingo

Buon Compleanno!




 One more time aqui estou eu, utilizando desse meu singelo espaço para fazer uma homenagem a um amigo mui querido, que se gabava por fazer aniversário na mesma data que Harry Potter e J.K Rolling. Adianto que tentarei não soltar spoilers da sua vida, tentarei.
Conheço esse muchacho a mais ou menos nove anos, se não me engano, pois não sou boa com datas, mas foi a partir de uns quatro anos atrás que descobrimos que temos egos bem parecidos. Embora você saiba dar mais valor a uma amizade e pedir perdão mesmo quando não é o culpado (ganhou estrelinhas comigo, não tenha dúvidas!). E mesmo com tantas e tantas pessoas (ou não!) tentando nós colocar um contra o outro, no final depois de tempestades e furacões, como bons amigos que somos, sempre estávamos lá novamente, rindo deles.
 Não me importava com seus pensamentos em voz alta, às vezes um tanto quanto indecentes para serem compartilhados com uma moça de bem como eu, pois você também, por incontáveis vezes, fez papel de ouvinte para os meus pensamentos semelhantes, pois como todos meus amigos sabem, e principalmente você: I'm not good. Tive de aguentar seus comentários ácidos sobre pessoas que você não gostava, e por vezes ficava surpresa com fatos que você me confidenciava sobre tais pessoas. Fatos que nem eu com minha fértil imaginação conseguiria imaginar. Você também teve que suportar todo o meu ódio pela humanidade, que como bem sabe não é pouco. Por isso criávamos teorias sobre como o fatídico ano de 2012 poderia acontecer, e como ficaríamos felizes se alguma dessas teorias do caos realmente acontecesse. Compartilhamos alegrias, fofocas (muitas), alguns ídolos (só alguns, ok?), e até pensamentos suicidas (ops!). Ah, foram muitas e muitas coisas que só interessam a nós mesmos...
 Leão e Capricórnio. Sol e Saturno. Difícil? Muito! Teimosos, opiniosos, ambiciosos e com um big ego, mas mesmo assim amigos. Como sempre na vida, as pessoas devem seguir caminhos diferentes, mas isso não significa esquecer dos velhos amigos, espero que ambos nos lembremos disso.
 Agora que você está se “achando”, só porque vai ao show da Britney Spears, o que eu posso dizer mais? (risos) Espero que possa realizar outros sonhos além desse, e que continue sempre em busca da felicidade. Não tenha medo ou vergonha de ser feliz, pois só temos aquilo que merecemos e tudo o que você está vivendo agora é porque merece. No futuro verá que eu digo a verdade. Então... Creio que é isso que eu queria dizer nesse momento, e que venham muitos invernos e verões para ti, tudo isso sempre no bom sentido, é claro. 
Parabéns Elleno!


"Finally, after so much past error.
So many of reprisals, so much danger.
Behold, another old friend resurfaces.
Never lost, always found again."



terça-feira

Music is my boyfriend



Hoje resolvi fazer jus ao nome do blog e postar algo bem “flaws and all”. Essa é uma lista de algumas músicas que eu gosto e gostaria de compartilhar com vocês. 
Não explicarei o motivo do meu " I like it" em todas as músicas, porque o post ficará muito longo. 
Não vou incorporar os vídeos, mas se quiserem assistir é só clicar e... Pronto! rs
Quem, porventura, quiser conferir mais alguns artistas e músicas que eu gosto podem visitar meu Last.fm . Atualizo pouco, pois não tenho paciência em "remover o hardware com segurança", mas o que vale é a intenção, certo?!
Ah, eu tive que postar essa foto e esse título. :)


Enjoy!




Não sei se vocês perceberam, mas essa música dá nome ao meu blog, logo não preciso de muitas explicações sobre o quanto ela significa para mim. 

Minha biografia de um dia!  
And let the world spin madly on   ♪♫

Se você é fã da série Prision Break (uma das melhores, diga-se de passagem), sabe que música é essa. Quem não se emocionou com o final da série e com o sacrifício do Michael Scofield? Além disso essa música me lembra uma das pessoas mais especiais que já aparecerem em minha vida! 

Tenho um caso de amor e ódio com essa música. Gosto tanto dessa dela que já criei dois textos tendo ela como inspiração: Goodbye My LoverRewind. Ódio porque ouço tanto, mas tanto, que às vezes enjoo dela (sou assim!).

Ah, Damien, Damien... Essa foi a música que me fez ficar completamente apaixonada pelo trabalho deste cantor esplêndido, dono de uma voz maravilhosa. Frase que eu poderia ter escrito: "Damien Rice tem músicas em que parece que estamos sentados no sofá e ele está a cantar diretamente para nós."  
And so it's  ♪♫

Para quem não sabe, Philip Selway é baterista da banda britânica Radiohead.
Essa música é muito boa.  Mas esse clipe produzido pelo  David Altobelli  é gênial.

She acts like summer and walks like rain
She listens like spring and she talks like june   ♪♫

No one laughs at God on the day they realize that the last sight they´ll ever see
Is a pair of hateful eyes   ♪♫

Vejam bem, há até um livro sobre essa canção. Não preciso dizer mais nada! 

Pink Floyd - Wish You Were Here
Um conselho: ouça esta música!

The Moldy Peaches - Anyone Else But You
We sure are cute for two ugly people  ♪♫

Piazza, New York Catcher - Belle and Sebastian
A lady stepping from the songs we love until this day   ♪♫

The Kinks - A Well Respected Man
He's a well respected man about town,
Doing the best things so conservatively.   ♪♫
Essas três últimas músicas fazem parte da trilha sonora do filme Juno. 

The Cure - Pictures Of You
If only I'd thought of the right words
I could have hold onto your heart   ♪♫

Joanna Newsom - '81
To start again
In the hardening of every new heart but one   ♪♫






Que amor é este?



A algum tempo atrás, enquanto andava por caminhos desconhecidos na internet de repente me deparei com um texto que me fez refletir por um tempo, muito tempo diria eu. Alguns já devem ter lido, mas pode relê agora, e quem não conhece passará a conhecer (óbvio!) . Como já disse outras vezes, não sigo nenhuma religião, apenas tenho fé, e isso para mim basta, pelo menos por enquanto, então não pensem que estou fazendo apologia à algo, quero apenas compartilhá-lo com vocês com o único compromisso de fazer vocês pensarem em que quiserem pensar, vocês são livres nessa questão. O texto é demasiadamente longo, por isso tentei resumi-lo ao máximo sem prejudicar o entendimento final, mas se depois de ler você quiser conferir a versão completa deixarei o link aqui. Bom, não quero prolongar ainda mais o post, então deixo com vocês o texto.




"Esta é a história de um homem chamado John Griffth. Ele tinha pouco mais de 20 anos, casado e Deus lhes abençoara com um lindo bebê de olhos azuis. John estava vivendo o que eles chamavam de sonho americano. [...] Mas então veio em 1929 a grande quebra da bolsa de valores.[...] John empacotou suas poucas possessões, pegou a esposa e o filhinho, Greg e dirigiu-se para o Leste, num carro antigo da Ford. Rumaram para o estado de Missouri, margeando o rio de mesmo nome. Lá chegando, ele conseguiu um emprego cuja principal incumbência era cuidar duma grande ponte ferroviária que se elevava sobre o volumoso rio. [...] Apenas em 1937 é que um novo sonho começou a brotar-lhe o coração. Seu garoto estava agora com oito anos de idade e John começava a acalentar a visão duma nova vida na qual Greg trabalharia ombro a ombro com ele, uma vida de intima comunhão e amizade.

John tinha acabado de elevar a ponte, permitindo que alguns navios ali esperando passassem. Depois, tomando o filho pela mão, saíram para o lanche. De mãos dadas, subiram devagar por uma escada estreita e elevada e dali chegaram ao mirante que se projetava uns quinze metros à frente, sobre o majestoso rio Mississipi. Envolvidos num mundo de pensamentos, relatava história após história enquanto o seu filho se pendurava em cada palavra que dizia.

Então, de súbito, enquanto falava do tempo em que o rio inundara as suas margens, ele e seu filho foram trazidos de volta à realidade pelo apito esganiçado dum trem distante. Olhando o relógio, sem poder acreditar, John viu que já era 13h07. Imediatamente se lembrou que a ponte ainda estava levantada e que o Memphis Express passaria dentro de poucos minutos.

No tom mais calmo de que pôde se valer, disse ao filho para ficar tranquilo. Saltando rapidamente sobre os pés, desceu a escadaria. Uma vez lá dentro, pesquisou o rio para ter a certeza de que não havia quaisquer navios à vista. E então, como fora treinado a fazer, olhou diretamente para baixo da ponte, a fim de certificar-se que nada havia lá embaixo. Mas quando seus olhos moveram-se para baixo, John viu algo terrível que seu coração gelou no peito. Pois ali, abaixo dele, na maciça caixa metálica que abrigava as colossais engrenagens da gigantesca ponte levadiça, estava seu filhinho querido.

Ao que indica, Greg tentara seguir o pai, mas acabou caindo da escada estreita. E agora estava metido entre os dentes de duas das principais engrenagens da caixa controladora. Embora o menino parecesse estar consciente, John podia ver que uma de suas pernas já começara a derramar sangue copiosamente. Imediatamente um pensamento ainda mais horroroso traspassou-lhe a mente, pois naquele instante ele sabia que baixar a ponte significaria matar o seu filho Greg.

Em pânico, sua mente investigou todas as possibilidades, buscando freneticamente uma solução. [...] A transpiração começou a crescer-lhe na testa, o terror escrito em cada centímetro do rosto. Sua mente titubeou de um lado para outro, buscando inutilmente alguma outra solução. O que faria? O que poderia fazer?

Seus pensamentos voltaram, angustiados, para o trem que se avizinhava. Em estado de pânico, sua mente agoniada considerou as quatrocentas pessoas que estavam se aproximando veloz e inexoravelmente para a ponte. Logo surgiria o trem rugindo, dentre as árvores, numa tremenda velocidade. Mas aquele - aquele era o seu filho, seu único filho, seu orgulho, sua alegria. A mãe dele - podia ver o rosto dela, coberto de lágrimas. Aquele era o filho deles, seu filho amado. Ele era o pai, e aquele era o seu menino.

Ele compreendeu, num momento, que só havia uma coisa a ser feita agora. Soube que tinha de fazê-lo. E assim, escondendo o rosto debaixo do braço esquerdo, ele empurrou a alavanca. Os gritos de seu filho foram imediatamente abafados pelo som incansável da ponte, a qual se ajustava lentamente à nova posição. Em poucos segundos, o Memphis Express rugiu passando pelas árvores e encaminhou-se em direção à imensa ponte."


Atualizando

A Babizinha deu a dica de um vídeo sobre essa história. Há algumas diferenças, mas a mensagem final é a mesma. Então, se não quiser ler a história recomendo que assista ao vídeo, e mesmo que já tenha lido a história aqui no blog, veja o vídeo. Vai se emocionar!








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