quarta-feira

2012



Que em 2012 as pessoas sejam, realmente, melhores! Como? Não existe receita para isso (ou existe?), essa é uma descoberta de cada um...






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terça-feira

If I...




Ouça enquanto lê!

If I Fell - Eva Rachel Wood




Se eu... me apaixonar por você? O que acontecerá, então? Ok, você garantiu-me que seria verdadeiro e que ajudaria-me a entender, mas como posso ter certeza que cumprirá essa promessa? Não terei, não é mesmo? Mas, eu necessito. Você sabe que eu já amei antes e que meu coração foi partido em infinitos fragmentos, não aguentaria essa dor novamente, por isso, ficaria muito infeliz se esse nosso amor fosse em vão. Por que segura tanto a minha mão? Amor é mais do que isso. Seria medo que eu fuja e me esconda de você? Medo de perder-me nesse mundo invulgar por onde nosso amor transita? Me amará mais e não ferirá meu orgulho como ele? Eu preciso de respostas. Preciso ter a certeza disso desde o início. Sim, o amor faz muitas perguntas. Você, realmente, irá ajudar-me a entender tudo isso? Você consegue ver, espero mesmo que veja, que eu amaria amar você. Gostaria muito que o nosso amor fosse como uma canção, mas... 


If I fell in love with you.




quinta-feira

Across The Universe




Ouça enquanto lê!
A música demora um pouco mesmo! (:

Hey Jude - Joe Anderson


Dear Prudence - Dana Fuchs, Jim Sturgess, Joe Anderson, Evan Rachel Wood e T.V. Carpio



Tudo começou com esse vídeo, que nada mais é do que algumas cenas do filme "Across The Universe" e a música "World Spins Madly On" - The Weepies. Para dizer a verdade, tudo o que eu queria era ouvir a música e só, mas aí surge o Jim Sturgess e pensei: "ah, tenho que procurar esse filme". Ficou uns bons três meses na minha lista "Quero ver" do Filmow, enquanto eu procurava, procurava e óbvio, não encontrava em nenhuma loja, nenhuma locadora. Comprar pela internet? Pafh, os Correios estavam em greve se não me engano. Então, my guys, tive que apelar para algo não muito bom, que com certeza vocês já devem saber o que é... Enfim, o que importa é que consegui assistir.  E pretendo comprá-lo o mais rápido possível. Mas, se alguém quiser dá-lo como presente de aniversário a mim, fique à vontade.  Jai guru deva, Om.

Jude (Jim Sturgees) que mora em Liverpool, resolve ir para os EUA conhecer seu pai, que abandonou sua mãe quando essa estava grávida.


Chegando lá ele conhece Max (Joe Anderson) que é muito louco, quase literalmente, além de ser também o que solta as melhores pérolas do filme.

Ficam amigos, e Max o apresenta a sua irmã Lucy (Eva Rachel Wood) que perdeu o namorado Daniel (Spencer Liff) enquanto este lutava na Guerra.

Max larga a faculdade e vai para New York (do sexo, das drogas e do rock´n´roll (Anos 60!)). Jude vai junto, é claro. Nas férias Lucy decide visitar o irmão, e se envolve com Jude.

Então, a partir daí o filme fica bem melancólico e tenso, pois Max vai para Guerra, Lucy se envolve em "emergentes movimentos de contra-cultura, da psicodelia aos protestos contra a Guerra do Vietnã". Ela e Jude passam por muita coisa, uma verdadeira prova de resistência para o amor deles.

Há outros personagens como Sadie (Dana Fuchs), a proprietária do apartamento onde eles moram (devo dizer que muitas pessoas moravam no apartamento). Ela é uma referência a Janis Joplin. JoJo (Martin Luther McCoy), referência a Jimi Hendrix. Prudence (T.V. Carpio), Dr. Robert (Bono Vox (Sim, ele mesmo!)) e Mr. Kite (Eddie Izzard).

JoJo e Sadie

Eu não sou fã dos Beatles. Creio que fã é quem ouve todo dia, sabe todas as letras, tem CD's e gosta mesmo da banda, entendem? Não estou falando de pseudo-fãs e posers. Eu, conheço, vamos ver, umas 15 músicas dos Beatles, e só. É óbvio, que eu sei quem é a banda e tudo mais (acreditem, há pessoas que não sabem nada sobre ela!). All right! Depois de assistir o filme a primeira coisa que fiz foi "correr" para procurar todas as músicas (TODAS!) que foram tocadas no filme, ou em outras palavras, a trilha sonora. Já a algum tempo (meses) que estou furando meus tímpanos ouvindo-as no último volume. O que vamos combinar, é muito melhor do que "furar os tímpanos" ouvindo a música da caixa de som do carro do vizinho. Guy, música boa é outra coisa...

O filme é um dos (para não dizer melhor, ou até mesmo o melhor... Er... Sim, pode ser o melhor), musical que eu já assisti. Como disseram por aí, as músicas não são apenas cantadas e sim interpretadas, no seu momento certo e do jeito certo. Os atores cantam muito. Muito mesmo!
Um filme que todo beatlemaníaco ou qualquer apreciador de boa música deveria assistir.


Curiosidades 
Os nomes de todos os personagens - assim como o título do filme - foram retirados de canções dos Beatles.

90% das canções foram gravadas ao vivo nos sets de filmagens, sem qualquer dublagem feita em estúdio durante a pós-produção.

A cena do ônibus de Dr. Robert foi considerada uma das mais bizarras da atualidade, perdendo apenas para o final de "2001 - Uma odisséia no espaço".

Extra! (Ou nota da blogueira)
Joe Anderson é, fisicamente, muito parecido como Kurt Cobain. Penso que ele é quem deveria interpretar o Kurt Cobain! Nada a ver com o filme Across The Universe, mas ainda penso que... rs







That's it!

quarta-feira

O que irrita...



_ Morri! - Atirou a mochila em um canto do quarto e se jogou na cama.
_ Quanto drama!
_ Não enche! - Sentou-se e começou a tirar os sapatos.
_ Nossa, vejo que está excelente hoje. A arrogância continua no...
_ Me deixa! - Jogou o sapato na direção da voz errando propositalmente.
Desfez-se das outras peças do vestuário.

Silêncio.

_ Então, por que tanto stress?
Fingiu não ter escutado a pergunta e foi para o banheiro.
_ Ei, eu fiz uma pergunta!
_ Já disse... - Fixou-se no espelho por alguns instantes - Bom, como esperava que eu estivesse depois de trabalhar no sábado! Por favor! Quem trabalha no sábado?
_Você! E mais um monte de gente.
Não respondeu e lavou o rosto.
_Mas você aceitou trabalhar no sábado, então não deveria estar assim... Até mesmo porque vai ganhar uma boa remuneração... muito boa, eu diria.
_Tanto faz.

Foi tomar banho!

_ Agora tudo o que eu quero é dormir o resto do dia! - Novamente se jogou na cama. Dessa vez com o traje adequado.
_ Não acho que esteja tão mal assim...
_ Mas que... Já disse! Some! Você diz isso porque não precisou trabalhar como eu.
_Precisei sim, e você sabe disso.
_ Eu não sei de nada agora me deixe dormir.
_Tá!

Silêncio.

_ Você precisa melhorar esse humor...
_ O quê... - levantou-se de repente e começou a andar pelo quarto - Você não vai me deixar em paz, não é mesmo? - Perguntou enquanto olhava pela janela do quarto.
_ Er, acho que não... Talvez seja a minha função.
Suspiro. Voltou a sentar-se na cama.
_ Eu te odeio!
_ Eu também.
_ Você também o que?
_ Odeio.
_ Quem?
_ O que você disse mesmo?
_ Que te odiava.
_ Então eu também.
_ Mas eu odeio VOCÊ!
_ EU TAMBÉM!

 Cansou-se da discussão inútil e foi ler um livro.

_ Ei...
Não respondeu.
_ Ei...
Silêncio.
_Você não iria sair com alguém?
Lembrou-se. Havia marcado alguma coisa com alguns conhecidos. Olhou no relógio apenas para descobrir que já passava da hora... Correu para se arrumar.
_ Você não precisa ir se não quiser.
_ Eu vou!
_ Vá então! Depois não diga que eu não avisei...
_ Pelo menos você não vai estar lá. - Abriu o guarda-roupa e procurou algo para vestir.
_ Claro que eu vou com você.
_ Não, não vai! - Escolheu os sapatos.
_ Você sabe que vou.
_ Eu vou me divertir tanto que nem vou notar você e suas tentativas irritantes de chamar a atenção.
Começou a se vestir.
_ Talvez! Você sabe que não vai se divertir. Isso é quase impossível... (risada sarcástica)
Silêncio.
Foi ao banheiro terminar de se arrumar.

Batidas na porta.

_Entre! - Gritou de dentro do banheiro

_ Vai mesmo?
_ Vou!
_ Eu estava pensando, e acho que poderíamos...
_Cala boca! - Levantou a voz.

_O que? 
Saiu do banheiro e percebeu a cara de espanto de quem havia batido na porta do quarto.
_Ah, estava apenas cantando uma música.
_ Hum, tá então! 

Antes de sair deu uma última olhada no espelho atrás da porta e lançou um sorriso malicioso para a imagem refletida. Pelo menos por algum tempo ficaria longe daquele reflexo irritante.


Gessy


Devaneios...
Desconsiderem os erros de concordância que eu não estou a fim de corrigir.  (:






sexta-feira

Idiotas!


No meu caso, infelizmente (ou felizmente!), a banca não me aprovou.. What a pit! 



Estou entre os dois primeiros... 


E vocês? 


quinta-feira

Heart Of Gold






Ela não gosta do escuro, mas não permite que acendam as luzes.
O silêncio a mantém fria enquanto rachaduras se formam em seu coração
Hoje à noite ela teve seu espírito esmagado novamente, apenas porque não se encaixa
Cortou-se com os seus erros e deixou toda a esperança em um risco de giz
Tudo o que precisava estava disfarçado em conversas de duplo sentido
Então, machucou-se e deixou doer

Talvez ela pense demais, pense já ter dado o bastante
Sua aparência sempre era julgada por todos
Enquanto, sozinha, chorava lágrimas silenciosas cheias de orgulho
Sempre à procura do amor, está começando a pensar que é amaldiçoada
Quer encontrá-la? Procure pela garota com o sorriso partido

Ela canta: 'Eu quero saber o que é amor
Mas parece que vêm com tanta dor
Se ninguém quer me mostrar
Parece mais fácil simplesmente fugir
Quando eu me for, será apenas um centavo pela minha alma
Mas Deus sabe, eu tenho um coração de ouro'


Isso tudo desde que era uma menininha
Ela não ligava para fama, moda ou dinheiro
Queria apenas caminhar pelo mundo, ouvir que é uma linda garota
Mas, agora a mudança é clara
Desta vez, sua cabeça está feita
Vivemos em um mundo cínico

Ficaram os pedacinhos dela
Restos do que era antes
Só agora eles saberão que ela tem um coração de ouro
Mas então, ela ficou presa nas entrelinhas
Ninguém a viu voltar

Será que ela ainda sente?



Adaptação:
Heart Of Gold - James Blunt
Best Laid Plans - James Blunt
Suddenly I See -  KT Tunstall
She Will Be Loved - Maroon 5








Para gostar de ler #1


No último domingo aconteceu a primeira reunião do grupo Circulo do Livro. Esse grupo "é um clube de leitura online. A reunião é feita pelo Facebook, onde é discutido o livro do mês e é indicado um novo livro para o próximo mês." Para mais informações podem visitar a página do grupo no Facebook e se pá ler as regras.
O livro escolhido para esse mês, como era a vez de um clássico, foi Orgulho e Preconceito, de Jane Austen. Ótima escolha, visto que o filme homônimo produzido em 2005 é um dos meus favoritos, tive certeza que a leitura seria agradável.

Primeiro a odisseia para encontrar o livro. Oh, mas é um clássico. Encontramos em qualquer lugar! Mas não é? 
Amigos: x, biblioteca: x. Ah, quer saber? Vou comprar esse livro e pronto. Estava me sentindo o 'Fuck yeah' quando me deparo com a indisponibilidade do livro no Submarino (esse é o único site onde me dou ao luxo de comprar algo devido ao valor do frete). Só restou uma alternativa: e-book. Esse sim foi fácil. Peguei o primeiro arquivo: 520 páginas! 


Algumas horas depois procurei novamente e encontrei um de 290! 


Um dos nomes de maior prestígio da literatura inglesa, Jane Austen (1775-1817) começou a manifestar talento para as letras ainda na adolescência. Seus romances descrevem, com notável argúcia e sutil ironia, a sociedade rural inglesa de seu tempo, por meio de entrelaçamento de personagens e sentimentos da vida comum. 

Orgulho e Preconceito (1813) é a envolvente história de Fitzwillian Darcy e Elizabeth Bennet, os quais, à primeira vista (aliás, Fisrt Impressions, "Primeiras impressões", foi o título originalmente dado por Jane Austen a esta obra), não têm uma boa opinião um do outro, mas, no desenvolvimento do enredo, acabam descobrindo que estavam totalmente enganados. 

Orgulho e Preconceito é a obra mais aclamada desta autora, não só no Reino Unido como em todo mundo, e tem sido frequentemente adaptada para o cinema, televisão e teatro, com grande sucesso de público e crítica. 


"É uma verdade universalmente concebida que um homem solteiro que possui uma grande fortuna deve estar à procura de uma esposa".


A escrita de Jane Auten é espetacular! Em cada linha eu sentia uma leve ironia, mesmo nos momentos tensos. No início temos a impressão de que os personagens principais são Jane (irmã de Lizzy) e Bingley (amigo de Darcy). Esses quatro são os personagens mais normais, se é que podemos dizer assim, já que os todos os outros são caricaturas muito bem feitas de vários estilos e personalidades. Se bem que a Jane não é muito normal, pois ela não consegue ver maldade em quase nada. Para ela sempre tem um outro lado da história...

Lizzy é a ironia em pessoa. Sendo essa uma característica que herdou, e muito bem, de seu pai, que a tem como favorita. Ao mesmo tempo em que faz o papel de uma anti-heroína inteligente e carismática é também muito orgulhosa e deveras preconceituosa.

A primeira impressão que todos têm do Mr. Darcy  é a de um homem orgulhoso, antipático, pedante, arrogante, rude... e por aí vai. Tudo de ruim imaginavam sobre ele, que também era muito (muito mesmo!) rico. Realmente ele era muito orgulhoso e preconceituoso, mas como disse a Lizzy também tinha certa dose desses defeitos.

Lizzy e Mr. Darcy, confronto no baile. ^^

Com o tempo eles acabam descobrindo mais um sobre o outro, quebrando tabus, e derrubando de vez (ou não!) o preconceito e o orgulho e primeiras impressões sempre passam...

Mesmo deixando alguns motivos fisiológicos de lado, meu personagem favorito continua sendo o Mr. Darcy, pois eu o entendo perfeitamente. Um misantropo entende o outro, sabe? Ele diz que não consegue manter uma conversa com quem não tem tanta intimidade e logo deixa isso claro. É verdade também que ele conserva uma certa prepotência sobre o fato de possuir uma posição social elevado (fato que não compartilhamos!), pois seus próprios pais o criaram assim, como se ele fosse superior a outras pessoas menos afortunadas. Depois de "engolir sapos" quando Lizzy o faz enxergar que as coisas não são bem assim ele muda algumas de suas atitudes para com os outros e principalmente com ela, se mostrando mais... Comunicativo. 

Bem mais "simpático", não?


Se você quer um clássico ao mesmo tempo romântico e pouco (muito pouco) meloso, esse é o livro! Alguns enfatizam a linguagem do livro que é um pouco densa, por ser um clássico e tudo mais, e apesar de não ter visto nenhum problema quanto a isso, já deixo aqui o aviso. 

Ah, quem quiser participar do grupo fique à vontade, o livro desse mês já foi escolhido: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom. 
 


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quarta-feira

Promises


Depois de muitos anos sem se verem, dois amigos (ou ex-amigos) de infância se reencontram em uma festa de casamento de uma amiga em comum.
[…]
_ Você se lembra de quando éramos crianças?
_ Sim, eu me lembro... Bons tempos eram aqueles!
_ Verdade! Lembra-se da promessa de que iriamos nós casar quando fossemos “grandes”? (risos)
_ É, éramos muito sonhadores naquela época. (risos)
_ Sim, muito. Nem lembro mais como perdemos o contato...
_ Sério?
_ Sim, é sério. Lembro-me que continuamos com nossas promessas até a adolescência, então fomos para a faculdade, nós separamos por um tempo. Depois... Eu não consigo me lembrar do que aconteceu...
_ Você se casou.
[...]


Gessy

segunda-feira

Necessidade



Vi ele pela primeira vez no Shopping, em uma preguiçosa tarde de terça-feira e se eu acreditasse em amor à primeira vista diria que foi isso que aconteceu conosco, quer dizer, pelo menos de minha parte. As pessoas passavam quase indiferentes a ele, não que ele não fosse bonito ou coisa do tipo. Vez ou outra, alguém parava para contemplar aquela beleza extasiante que poucos conhecem e entendem. Ele parecia se divertir com toda aquela cena, talvez um de seus objetivos fosse causar isso nas pessoas, a primeira impressão. Mas eu logo percebi, ele tinha muito mais a mostrar. Precisava tê-lo perto de mim, precisava descobri seus segredos. Necessitava. Prometi a mim mesma que faria de tudo, ou quase tudo, para tê-lo.

E consegui. Mesmo assim me mantinha distante. Fazia de tudo para preservá-lo. Namorava-o a distância. Tinha medo do encanto se quebrar, sempre penso no fim das coisas antes delas começarem... Meu namorado começava a ficar com ciúme. Às vezes, eu passava mais tempo com o outro do que com ele. Sempre explicava que o outro era meu amigo para todas as horas, explicava que precisava do outro assim como precisava dele, e cuspia um monte de explicações para acalmá-lo até ficar convencido. Não era necessário tudo isso, mas eu gostava de fazer drama e ele adorava, se divertia com isso. Sempre quando não estava com ele, estava com meu amigo, para dizer a verdade, estávamos quase sempre juntos, nos tornamos praticamente inseparáveis.

Eu o tratava como se fosse meu prêmio e não fazia a mínima questão de exibi-lo a outras pessoas, que poderiam ser muito chatas e intrometidas. Emoção, paixão, alegria, tristeza, surpresa,  tudo isso pude sentir com ele e ficará para sempre em minha memória. Por fim terminei de lê-lo e fiz questão de colocá-lo em um lugar de destaque na estante, para sempre me lembrar. Agora ele está com outros conhecidos que passaram pela mesma situação enquanto estavam comigo. E amanhã é dia de Shopping novamente...
Esse meu amigo, para quem não entendeu, é um livro, ok?! 


quarta-feira

Namore uma garota que lê


Date a girl who reads – Rosemary Urquico
Adaptação – Gabriela Ventura

Namore uma garota que gasta seu dinheiro em livros, em vez de roupas. Ela também tem problemas com o espaço do armário, mas é só porque tem livros demais. Namore uma garota que tem uma lista de livros que quer ler e que possui seu cartão de biblioteca desde os doze anos.
Encontre uma garota que lê. Você sabe que ela lê porque ela sempre vai ter um livro não lido na bolsa. Ela é aquela que olha amorosamente para as prateleiras da livraria, a única que surta (ainda que em silêncio) quando encontra o livro que quer. Você está vendo uma garota estranha cheirar as páginas de um livro antigo em um sebo? Essa é a leitora. Nunca resiste a cheirar as páginas, especialmente quando ficaram amarelas.

Ela é a garota que lê enquanto espera em um Café na rua. Se você espiar sua xícara, verá que a espuma do leite ainda flutua por sobre a bebida, porque ela está absorta. Perdida em um mundo criador pelo autor. Sente-se. Se quiser ela pode vê-lo de relance, porque a maior parte das garotas que leem não gostam de ser interrompidas. Pergunte se ela está gostando do livro.

Compre para ela outra xícara de café.
Diga o que realmente pensa sobre o Murakami. Descubra se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entenda que, se ela diz que compreendeu o Ulisses de James Joyce, é só para parecer inteligente. Pergunte se ela gosta ou gostaria de ser a Alice.
É fácil namorar uma garota que lê. Ofereça livros no aniversário dela, no Natal e em comemorações de namoro. Ofereça o dom das palavras na poesia, na música. Ofereça Neruda, Sexton Pound, cummings. Deixe que ela saiba que você entende que as palavras são amor. Entenda que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade mas, juro por Deus, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco como seu livro favorito. E se ela conseguir não será por sua causa.

É que ela tem que arriscar, de alguma forma.
Minta. Se ela compreender sintaxe, vai perceber a sua necessidade de mentir. Por trás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. E isto nunca será o fim do mundo.

Trate de desiludi-la. Porque uma garota que lê sabe que o fracasso leva sempre ao clímax. Essas  garotas sabem que todas as coisas chegam ao fim.  E que sempre se pode escrever uma continuação. E que você pode começar outra vez e de novo, e continuar a ser o herói. E que na vida é preciso haver um vilão ou dois.

Por que ter medo de tudo o que você não é? As garotas que leem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Exceto as da série Crepúsculo.

Se você encontrar uma garota que leia, é melhor mantê-la por perto. Quando encontrá-la acordada às duas da manhã, chorando e apertando um livro contra o peito, prepare uma xícara de chá e abrace-a. Você pode perdê-la por um par de horas, mas ela sempre vai voltar para você. E falará como se as personagens do livro fossem reais – até  porque, durante algum tempo, são mesmo.
Você tem de se declarar a ela em um balão de ar quente. Ou durante um show de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Ou pelo Skype.
Você vai sorrir tanto que acabará por se perguntar por que é que o seu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Vocês escreverão a história das suas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos mais estranhos ainda. Ela vai apresentar os seus filhos ao Gato do Chapéu [Cat in the Hat] e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos de suas velhices, e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto você sacode a neve das botas. 

Namore uma garota que lê porque você merece. Merece uma garota que  pode te dar a vida mais colorida que você puder imaginar. Se você só puder oferecer-lhe  monotonia, horas requentadas e propostas meia-boca, então estará melhor sozinho. Mas se quiser o mundo, e outros mundos além, namore uma garota que lê.

Ou, melhor ainda, namore uma garota que escreve.


Para quem lê:




Fui viver e... volto logo!
É com esse(s) belíssimo(s) texto(s) que me despeço de vocês. Chegou a hora de 'fechar a porta, mudar o CD, limpar a casa e sacudir a poeira'. Não consigo, e temo que nunca conseguirei abandonar este espaço, que não parece, mas para mim é muito importante. Bom, não é necessário muito drama e despedidas, pois em breve estarei de volta (ou não!). Não tomarei toda a xícara de chá de sumiço, então, uma vez ou outra aparecerei por aqui e por aí. 




domingo

Buon Compleanno!




 One more time aqui estou eu, utilizando desse meu singelo espaço para fazer uma homenagem a um amigo mui querido, que se gabava por fazer aniversário na mesma data que Harry Potter e J.K Rolling. Adianto que tentarei não soltar spoilers da sua vida, tentarei.
Conheço esse muchacho a mais ou menos nove anos, se não me engano, pois não sou boa com datas, mas foi a partir de uns quatro anos atrás que descobrimos que temos egos bem parecidos. Embora você saiba dar mais valor a uma amizade e pedir perdão mesmo quando não é o culpado (ganhou estrelinhas comigo, não tenha dúvidas!). E mesmo com tantas e tantas pessoas (ou não!) tentando nós colocar um contra o outro, no final depois de tempestades e furacões, como bons amigos que somos, sempre estávamos lá novamente, rindo deles.
 Não me importava com seus pensamentos em voz alta, às vezes um tanto quanto indecentes para serem compartilhados com uma moça de bem como eu, pois você também, por incontáveis vezes, fez papel de ouvinte para os meus pensamentos semelhantes, pois como todos meus amigos sabem, e principalmente você: I'm not good. Tive de aguentar seus comentários ácidos sobre pessoas que você não gostava, e por vezes ficava surpresa com fatos que você me confidenciava sobre tais pessoas. Fatos que nem eu com minha fértil imaginação conseguiria imaginar. Você também teve que suportar todo o meu ódio pela humanidade, que como bem sabe não é pouco. Por isso criávamos teorias sobre como o fatídico ano de 2012 poderia acontecer, e como ficaríamos felizes se alguma dessas teorias do caos realmente acontecesse. Compartilhamos alegrias, fofocas (muitas), alguns ídolos (só alguns, ok?), e até pensamentos suicidas (ops!). Ah, foram muitas e muitas coisas que só interessam a nós mesmos...
 Leão e Capricórnio. Sol e Saturno. Difícil? Muito! Teimosos, opiniosos, ambiciosos e com um big ego, mas mesmo assim amigos. Como sempre na vida, as pessoas devem seguir caminhos diferentes, mas isso não significa esquecer dos velhos amigos, espero que ambos nos lembremos disso.
 Agora que você está se “achando”, só porque vai ao show da Britney Spears, o que eu posso dizer mais? (risos) Espero que possa realizar outros sonhos além desse, e que continue sempre em busca da felicidade. Não tenha medo ou vergonha de ser feliz, pois só temos aquilo que merecemos e tudo o que você está vivendo agora é porque merece. No futuro verá que eu digo a verdade. Então... Creio que é isso que eu queria dizer nesse momento, e que venham muitos invernos e verões para ti, tudo isso sempre no bom sentido, é claro. 
Parabéns Elleno!


"Finally, after so much past error.
So many of reprisals, so much danger.
Behold, another old friend resurfaces.
Never lost, always found again."



terça-feira

Music is my boyfriend



Hoje resolvi fazer jus ao nome do blog e postar algo bem “flaws and all”. Essa é uma lista de algumas músicas que eu gosto e gostaria de compartilhar com vocês. 
Não explicarei o motivo do meu " I like it" em todas as músicas, porque o post ficará muito longo. 
Não vou incorporar os vídeos, mas se quiserem assistir é só clicar e... Pronto! rs
Quem, porventura, quiser conferir mais alguns artistas e músicas que eu gosto podem visitar meu Last.fm . Atualizo pouco, pois não tenho paciência em "remover o hardware com segurança", mas o que vale é a intenção, certo?!
Ah, eu tive que postar essa foto e esse título. :)


Enjoy!




Não sei se vocês perceberam, mas essa música dá nome ao meu blog, logo não preciso de muitas explicações sobre o quanto ela significa para mim. 

Minha biografia de um dia!  
And let the world spin madly on   ♪♫

Se você é fã da série Prision Break (uma das melhores, diga-se de passagem), sabe que música é essa. Quem não se emocionou com o final da série e com o sacrifício do Michael Scofield? Além disso essa música me lembra uma das pessoas mais especiais que já aparecerem em minha vida! 

Tenho um caso de amor e ódio com essa música. Gosto tanto dessa dela que já criei dois textos tendo ela como inspiração: Goodbye My LoverRewind. Ódio porque ouço tanto, mas tanto, que às vezes enjoo dela (sou assim!).

Ah, Damien, Damien... Essa foi a música que me fez ficar completamente apaixonada pelo trabalho deste cantor esplêndido, dono de uma voz maravilhosa. Frase que eu poderia ter escrito: "Damien Rice tem músicas em que parece que estamos sentados no sofá e ele está a cantar diretamente para nós."  
And so it's  ♪♫

Para quem não sabe, Philip Selway é baterista da banda britânica Radiohead.
Essa música é muito boa.  Mas esse clipe produzido pelo  David Altobelli  é gênial.

She acts like summer and walks like rain
She listens like spring and she talks like june   ♪♫

No one laughs at God on the day they realize that the last sight they´ll ever see
Is a pair of hateful eyes   ♪♫

Vejam bem, há até um livro sobre essa canção. Não preciso dizer mais nada! 

Pink Floyd - Wish You Were Here
Um conselho: ouça esta música!

The Moldy Peaches - Anyone Else But You
We sure are cute for two ugly people  ♪♫

Piazza, New York Catcher - Belle and Sebastian
A lady stepping from the songs we love until this day   ♪♫

The Kinks - A Well Respected Man
He's a well respected man about town,
Doing the best things so conservatively.   ♪♫
Essas três últimas músicas fazem parte da trilha sonora do filme Juno. 

The Cure - Pictures Of You
If only I'd thought of the right words
I could have hold onto your heart   ♪♫

Joanna Newsom - '81
To start again
In the hardening of every new heart but one   ♪♫






Que amor é este?



A algum tempo atrás, enquanto andava por caminhos desconhecidos na internet de repente me deparei com um texto que me fez refletir por um tempo, muito tempo diria eu. Alguns já devem ter lido, mas pode relê agora, e quem não conhece passará a conhecer (óbvio!) . Como já disse outras vezes, não sigo nenhuma religião, apenas tenho fé, e isso para mim basta, pelo menos por enquanto, então não pensem que estou fazendo apologia à algo, quero apenas compartilhá-lo com vocês com o único compromisso de fazer vocês pensarem em que quiserem pensar, vocês são livres nessa questão. O texto é demasiadamente longo, por isso tentei resumi-lo ao máximo sem prejudicar o entendimento final, mas se depois de ler você quiser conferir a versão completa deixarei o link aqui. Bom, não quero prolongar ainda mais o post, então deixo com vocês o texto.




"Esta é a história de um homem chamado John Griffth. Ele tinha pouco mais de 20 anos, casado e Deus lhes abençoara com um lindo bebê de olhos azuis. John estava vivendo o que eles chamavam de sonho americano. [...] Mas então veio em 1929 a grande quebra da bolsa de valores.[...] John empacotou suas poucas possessões, pegou a esposa e o filhinho, Greg e dirigiu-se para o Leste, num carro antigo da Ford. Rumaram para o estado de Missouri, margeando o rio de mesmo nome. Lá chegando, ele conseguiu um emprego cuja principal incumbência era cuidar duma grande ponte ferroviária que se elevava sobre o volumoso rio. [...] Apenas em 1937 é que um novo sonho começou a brotar-lhe o coração. Seu garoto estava agora com oito anos de idade e John começava a acalentar a visão duma nova vida na qual Greg trabalharia ombro a ombro com ele, uma vida de intima comunhão e amizade.

John tinha acabado de elevar a ponte, permitindo que alguns navios ali esperando passassem. Depois, tomando o filho pela mão, saíram para o lanche. De mãos dadas, subiram devagar por uma escada estreita e elevada e dali chegaram ao mirante que se projetava uns quinze metros à frente, sobre o majestoso rio Mississipi. Envolvidos num mundo de pensamentos, relatava história após história enquanto o seu filho se pendurava em cada palavra que dizia.

Então, de súbito, enquanto falava do tempo em que o rio inundara as suas margens, ele e seu filho foram trazidos de volta à realidade pelo apito esganiçado dum trem distante. Olhando o relógio, sem poder acreditar, John viu que já era 13h07. Imediatamente se lembrou que a ponte ainda estava levantada e que o Memphis Express passaria dentro de poucos minutos.

No tom mais calmo de que pôde se valer, disse ao filho para ficar tranquilo. Saltando rapidamente sobre os pés, desceu a escadaria. Uma vez lá dentro, pesquisou o rio para ter a certeza de que não havia quaisquer navios à vista. E então, como fora treinado a fazer, olhou diretamente para baixo da ponte, a fim de certificar-se que nada havia lá embaixo. Mas quando seus olhos moveram-se para baixo, John viu algo terrível que seu coração gelou no peito. Pois ali, abaixo dele, na maciça caixa metálica que abrigava as colossais engrenagens da gigantesca ponte levadiça, estava seu filhinho querido.

Ao que indica, Greg tentara seguir o pai, mas acabou caindo da escada estreita. E agora estava metido entre os dentes de duas das principais engrenagens da caixa controladora. Embora o menino parecesse estar consciente, John podia ver que uma de suas pernas já começara a derramar sangue copiosamente. Imediatamente um pensamento ainda mais horroroso traspassou-lhe a mente, pois naquele instante ele sabia que baixar a ponte significaria matar o seu filho Greg.

Em pânico, sua mente investigou todas as possibilidades, buscando freneticamente uma solução. [...] A transpiração começou a crescer-lhe na testa, o terror escrito em cada centímetro do rosto. Sua mente titubeou de um lado para outro, buscando inutilmente alguma outra solução. O que faria? O que poderia fazer?

Seus pensamentos voltaram, angustiados, para o trem que se avizinhava. Em estado de pânico, sua mente agoniada considerou as quatrocentas pessoas que estavam se aproximando veloz e inexoravelmente para a ponte. Logo surgiria o trem rugindo, dentre as árvores, numa tremenda velocidade. Mas aquele - aquele era o seu filho, seu único filho, seu orgulho, sua alegria. A mãe dele - podia ver o rosto dela, coberto de lágrimas. Aquele era o filho deles, seu filho amado. Ele era o pai, e aquele era o seu menino.

Ele compreendeu, num momento, que só havia uma coisa a ser feita agora. Soube que tinha de fazê-lo. E assim, escondendo o rosto debaixo do braço esquerdo, ele empurrou a alavanca. Os gritos de seu filho foram imediatamente abafados pelo som incansável da ponte, a qual se ajustava lentamente à nova posição. Em poucos segundos, o Memphis Express rugiu passando pelas árvores e encaminhou-se em direção à imensa ponte."


Atualizando

A Babizinha deu a dica de um vídeo sobre essa história. Há algumas diferenças, mas a mensagem final é a mesma. Então, se não quiser ler a história recomendo que assista ao vídeo, e mesmo que já tenha lido a história aqui no blog, veja o vídeo. Vai se emocionar!








quarta-feira

"Idiota delirante"



Ninguém nunca entendia o que ela dizia, seus caprichos foram isolados pela ignorância que o destino à transformava. 
Vivia ali-acolá, por trás daqueles olhos importunos escondia suas lágrimas dentro de falsos sorrisos. 
Certamente sonhava, tinha sonhos como as outras pessoas, mas também tinha medo, medo que tudo acabasse.
Era infeliz ontem, hoje e buscava a felicidade de amanhã. Lá fora esboçava risos e contava as flores, mas não entendia porque dentro de si pulsava a dor de uma revolta devastadora.
Queria ser notada, não mais que os outros, nem humilhada ao ponto de ser ignorada pelo mundo. Porém sua presença não era notada, tampouco sua falta sentida
Sua vida, embora tão simples era repleta de atitudes tenebrosas, talvez assim 
conseguiria chamar atenção.
Costumava se classificar como uma "Idiota Delirante", fazia esboço das coisas no papel e do desprezo dos outros recolhia-se na solidão das palavras e nas entrelinhas um sentido para viver.

Texto da (talentosa) Evelyn Dias do blog One lonely girl looking somebody to love


     

Já me perguntaram o porque do termo"uma idiota delirante". Bom, esse nome veio do pequeno texto Ilusão, já publicado nesse blog. Nessa época, ele fazia todo o sentido para mim e para o que eu estava sentindo, mas o tempo passa, e hoje é apenas mais um texto. Um texto que eu vou lembrar sempre ao acessar meu blog. Não  tenho nenhuma pretensão em mudar o nome do blog, e acho que não farei isso por um bom tempo, pois a adaptação ao novo nome é muito demorada. Além do mais, como está claramente descrito no texto da Evelyn, "idiota delirante" é um termo perfeitamente cabível a mim. 

Tereza





Tereza era uma menina linda que vivia na Igreja
Cantava belos hinos de louvores, expulsava a tristeza
Seus olhos tinham brilhos reluzentes, refletindo o amor.
Mas o inimigo um dia armou um laço e sobre ela jogou...


Tereza então deixou de olhar para Deus e começou a olhar o mundo
E a carne tomou conta do espírito em fração de segundos
E levantando a voz para sua mãe disse: "Mãe eu vou partir
Preciso de dinheiro, eu vou embora, pra minha vida curtir!"


E as lágrimas de mãe não conseguiram convencer seu coração
Tereza então partiu deixando sua igreja, sua fé e seus irmãos
Jamais imaginava que na frente seu destino era fatal
Pois o inimigo abriu os braços para ela só para lhe fazer o mal!


Tereza pelas altas madrugadas conheceu um sedutor
Que cheio de palavras lhe fazia, falsas juras de amor
Então de corpo e alma ao pecado ela logo se entregou
E já não era mais uma menina, sua vida se acabou.


Depois de muitos dias de embalo era hora de voltar
Tereza despediu-se do seu amor prometendo retornar
Mas ele escreveu-lhe uma carta para ela ler mais tarde...
E no final da carta estava escrito: "Bem-vinda ao mundo da AIDS!"


A dor e o desespero tomou conta do coração de Tereza
Sua beleza foi embora como um rio que deságua para o mar
A luta pela vida foi tamanha, mas morreu não teve jeito
Ficou no peito uma saudade de Tereza que jamais irá voltar!


E hoje o que resta são os olhos de uma mãe que ainda chora
Chama Tereza, com a voz já bem cansada pela casa noite a fora
Mas a Tereza pelo preço do pecado desse mundo foi embora...
E ficou claro: Quem abandona a Cristo só encontra o mal lá fora!




Essa é a música "Saudade de Tereza", da dupla gospel Daniel e Samuel. Antes quero esclarecer que não sou evangélica. Mas para ouvirmos algo e interpretarmos, basta termos ouvidos e um cérebro capaz de pensar. Então não é apenas porque uma música está classificada em certo estilo musical que taparemos os ouvidos para ela. Claro que digo isso a respeito de músicas com conteúdo, e não músicas em que existe apenas uma frase audível, onde incita a pessoa a praticar atos obscenos, ilícitos, ou a ser um completo estúpido. Voltando a música, quando escrita, ela é um completo poema, e se ouvirmos com atenção ela nos passa uma mensagem forte. Mesmo se você for ateu, ou qualquer outra coisa, conseguirá 'enxergar' essa mensagem. Mas essa mensagem pode variar de pessoa para pessoa. Já a algum tempo estou com essa música em minha cabeça, e o desejo de compartilhá-la, e não poderia existir lugar melhor do que esse espaço. Então, leia, ouça e reflita! E se desejar compartilhe suas opiniões sobre a música.

domingo

Joyeux Anniversaire


Hoje é um dia muito especial. E não é apenas por que hoje é o Dia dos Namorados, mas porque hoje é o aniversário de uma grande amiga por quem eu tenho "uma grande estima", Lucélia. Ou Lu Cassiana. Muito de sorte essa guria, pois recebe dois presentes de uma vez. E como ela nunca foi "forever alone", os dois presentes são certeza. Não me prolongarei, pois tudo o que eu queria dizer já foi dito, ou escrito. Queria apenas deixar registrado aqui, nesse singelo e sutil espaço 'público', essa data especial. E no mais, parabéns Lu Cassiana.
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